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terça-feira, 26 de março de 2013

Projeto estuda lavouras de arroz no entorno do PNLP

Luisa Chomenko, pesquisadora da Fundação Zoobotânica, apresentou hoje, na sala de reuniões do Sindicato Rural de Mostardas, detalhes do projeto RS Biodiversidade e do subprojeto "Diagnóstico da orizicultura no entorno do Parque Nacional da Lagoa do Peixe: avaliação de impactos e proposição de práticas sustentáveis para a conservação da biodiversidade", que tem o objetivo de promover a conservação dos recursos naturais por meio de ações e programas de gestão e manejo integrados dos ecossistemas da região e práticas de produção ambientalmente sustentáveis.
Este encontro, que já é o segundo a tratar do projeto, contou com a participação de representantes do PNLP/ICMBio, Irga, Farsul, Emater, Aproarroz, Associação dos Arrozeiros de Mostardas, Sindicatos Rurais de Mostardas e Tavares, Prefeitura de Mostardas, Sindicato de trabalhadores Rurais de Mostardas, Rota Açoriana, Comitê de Bacia do Litoral Médio, Ageflor e Embrapa, além de produtores rurais. Do diálogo entre os participantes, foram identificadas várias oportunidade de parceria, com o compartilhamento de informações e ações conjuntas. As principais delas são os trabalhos para a Denominação de Origem do arroz do litoral médio realizados pela Aproarroz, e a Produção Integrada do Arroz realizada pela Embrapa.
O subprojeto está em implementação em lavouras de arroz no município de Mostardas, onde serão investigados indicadores fisico-químicos de qualidade da água, e a presença de aves, mamíferos, peixes e anfíbios, com duração prevista em 18 meses. Paralelamente, uma série de encontros entre pesquisadores, produtores e outras instituições parceiras irá identificar potenciais de uso sustentável destas e de outras áreas, bem como a elaboração de um manual com boas práticas para as lavouras de arroz da região e do estado.



sexta-feira, 22 de março de 2013

22 de março: Dia Mundial da Água


Em comemoração ao Dia Mundial da Água, a equipe do PNLP preparou um álbum de fotografias com os principais ambiente aquáticos do Parque.
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Cientistas redigem documento alertando sobre os impactos no meio ambiente da falta de definição e proteção das AUs Brasileiras

Dia 22 de março é o Dia Mundial da Água, uma data para alertar a humanidade dos impactos gerados pela degradação ambiental, em especial sobre os corpos aquáticos, e apontar caminhos para que Poder Público e Comunidade superem os desafios que se apresentam. Leia abaixo a notícia publicada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INAU):

Um grupo de especialistas denominado “Grupo de Peritos em Áreas Úmidas (AUs) Brasileiras” redigiu um documento para ser encaminhado para autoridades e divulgação para toda sociedade apontando sobre a necessidade urgente da definição, classificação e proteção das AUs Brasileiras. O documento mostra que essa é a única maneira de evitar catástrofes ambientais e há necessidade da conscientização da sociedade e governantes sobre essa discussão, pois as AUs são consideradas, para uma parte da população, sem valor econômico e que esses locais devem ser utilizados para a agropecuária, obras civis, privadas, dentre outras. O documento aponta também que é fundamental as discussões na revisão do Código Florestal Brasileiro (CFB).

O documento “Definição e Classificação das Áreas Úmidas (AUs) Brasileiras: Base Científica para uma Nova Política de Proteção e Manejo Sustentável” está disponível na versão completa e na versão resumida.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Mortandade de Aves Marinhas

Equipe do PNLP encontrou muitas aves mortas e algumas bastante debilitadas na faixa de praia, durante atividades de monitoramento, realizadas semanalmente. Em três dias, foram contadas mais de 150 aves em condições adversas.

Albatroz-de-nariz-amarelo encontrado na praia do PNLP
Foram encontradas 52 pardelas, de espécie não identificada,  mortas, 58 albatrozes-de-nariz-amarelo (Thalassarche clorhynchos) mortos e 14 vivos , 31 pardelas-pretas (Procellaria aequinoctialis) mortas e uma viva,  em um trecho de aproximadamente setenta e sete quilômetros, da Praia de São Simão até o Farol do Capão da Marca de Fora. São aves pelágicas, que vivem em oceano aberto, e raramente vêm ao continente.
Os quinze animais vivos foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do Museu Oceanográfico da FURG (CRAM), em Rio Grande/RS. A causa desta mortandade ainda é desconhecida, e está sendo investigada pelo CRAM e pelo Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da UFRGS (CECLIMAR), localizado em Imbé/RS.


Apreensão redes clandestinas na lagoa do peixe


 
Nos dias 07, 08 e 11 de março, equipes do parque apreenderam 72 redes clandestinas do tipo aviãozinho no interior da lagoa do peixe, destas, 23 redes continham lacres que estavam em situação irregular.

Últimos dias para ver a exposição BANHADOS em Mostardas

Por reprogramação do calendário da Fundação Zoobotânica, a exposição "Banhados: ecossistemas ameaçados" estará disponível até a próxima segunda-feira, 25 de março.
A exposição traz informações sobre as principais zonas úmidas do Estado, com atenção especial às do litoral. São 12 painéis e um vídeo.
Escolas podem agendar visita pelo telefone 51 3673 2435.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Saiba mais sobre Resíduos Sólidos

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais acaba de lançar o Atlas Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa e Potencial Energético na Destinação de Resíduos Sólidos, uma publicação técnica, mas produzida de forma que todo cidadão possa encontrar informações úteis e de seu interesse sobre os resíduos sólidos gerados e destinados no Brasil. Com vários gráficos, tabelas e imagens, é possível ter-se um panorama da realidade brasileira , de cada região e de cada Estado. Também traz estudos de caso, mostrando como funcionam alguns aterros sanitários de última geração, e como estes aterros podem produzir energia a partir do biogás.
Outra fonte interessante de informações é o Manual de Boas Práticas no Planejamento para a Gestão dos Resíduos Sólidos, voltado para administrações municipais, e repleto de dados e estatísticas sobre a questão dos Resíduos Sólidos no Brasil.

Excelentes fonte de informação para serem trabalhadas em escolas de ensino fundamental e médio, bem como nas Universidades, e serem utilizadas como preparação para as Conferências de Meio Ambiente, que neste ano tratam da questão dos resíduos sólidos.

Vem aí a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente

Ocorrerá em Brasília, de 24 a 27 de outubro, a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA). O lema deste ano é "Vamos acabar com os lixões", e o tema é a gestão dos resíduos sólidos. A meta nacional, estabelecida a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é acabar com todos os lixões até 2014.

A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da PNRS, com foco em:
I - Produção e Consumo Sustentáveis;
II - Redução dos impactos ambientais; e
III - Geração de emprego e renda.


A CNMA faz novamente um convite para que a sociedade brasileira - governos, empresários e sociedade civil - se engaje no processo de democracia participativa. É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País. A CNMA é também um importante instrumento de educação ambiental, uma chance de os cidadãos se apropriarem localmente dos compromissos planetários, assumindo responsabilidades para construção de sociedades sustentáveis.

As Conferências Nacionais de Meio Ambiente são estruturadas em etapas municipais, estaduais e a nacional. Este ano também estão sendo incentivadas conferências preparatórias livres (em escala de bairros, associações, condomínios) e também virtuais (através da internet).

Saiba mais sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente e a Política Nacional de Resíduos Sólidos: clique na imagem abaixo e leia o Jornal da 4ª Conferência:

sexta-feira, 1 de março de 2013

10° FestiAves Migratórias ampliará o seu aspecto técnico científico

No dia 18 de Fevereiro, reuniram-se na sede administrativa do Parque Nacional da Lagoa do Peixe a consultora do SEBRAE que apoia o estabelecimento do turismo em Tavares/RS para a Copa do Mundo de 2014, o Secretário de Turismo daquele município, representante do Grupo de Empreendedores Turísticos locais e equipe do Parque, para tratar da organização do 10° Festival Brasileiro de Aves Migratórias. Foi estabelecido o período de 24 a 27 de outubro de 2013 para a realização do Festival, e Prefeitura e ICMBio assinarão termo de parceria, formalizando a divisão de responsabilidades e assegurando a realização do Festival nos próximos 4 anos.
Um dos objetivos em 2013 é fortalecer o aspecto técnico científico do FestiAves. Uma ideia surgida durante a reunião foi a elaboração de uma publicação específica com artigos relativos às aves migratórias. Após contato com o  Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE), que edita a revista Ornithologia, a ideia foi de pronto acolhida, e em breve o edital para a submissão de artigos será disponibilizado.
A programação do Festival este ano deverá abrir espaço, também, para a apresentação oral e a exposição de painéis de alguns destes estudos selecionados.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Atropelamento Fauna

Excessos de velocidade nas trilhas do parque causam mortes na fauna da região.

No dia 03 de Fevereiro, foram registradas pela equipe do parque duas mortes da fauna da região.

Na Trilha das Dunas (estrada que da acesso ao Balneário Mostardense) foi encontrada uma Mão-pelada (Procyon cancrivorus) morta a beira da estrada com indícios de atropelamento.
No brasil, o Mão-pelada é uma espécie considerada vulnerável, apesar de não sofrer pressão de caça, pois não é usado para alimentação ou comércio de peles, ainda assim, seu principal problema é a destruição de seu hábitat.

No mesmo dia foi encontrado morto as margens da RST-101 próximo ao Município de Mostardas um Zorrilho (conepactus chinga).
O Zorrilho é um carnívoro de pequeno porte, possui hábitos noturnos/crespuscular, habitando áreas abertas, se alimenta de insetos e pequenos invertebrados. Suas maiores ameaças são a perda de hábitat e atropelamentos.

Exposição sobre banhados fica até abril no PNLP

Para que a rede escolar da região do Parque Nacional Lagoa do Peixe possa conhecer a exposição "Banhados: ecossistemas ameaçados", solicitou-se à Fundação Zoobotânica prorrogação do prazo de permanência da mesma.
A exposição estará em Mostardas até o dia 12 de abril, na sede do Parque.

Escolas interessadas podem agendar visita pelo telefone 3673 2435.
Após a exposição deve seguir para Camaquã.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Evento estadual produz Plano de Ação para conservação e uso sustentável de banhados e lagoas

1º Colóquio Sul-Riograndense de Conservação em Zonas Úmidas, realizado em Mostardas entre os dias 31 de janeiro e 2 de fevereiro contou mais de 50 participantes, superando as expectativas da comissão organizadora em público e resultados. Durante o evento, além da série de mais de 15 palestras, foi produzido um Plano de Ação Embrionário, com a identificação inicial de 13 desafios para a gestão das zonas úmidas gaúchas, e ações possíveis e necessárias para superá-los. O documento pode ser acessado neste link, e tem o propósito de inspirar, na condução de suas atividades, participantes do Colóquio e outros profissionais interessados.

O objetivo é, a partir de agora, complementar o plano de ação e monitorar sua implementação. No final de outubro, durante a celebração dos 15 anos da APA do Banhado Grande e no 10° Festival Brasileiro das Aves Migratórias, os primeiros resultados e avaliações deverão ser divulgados. Até lá, e depois disso, os participantes e outros interessados manterão a comunicação através de um grupo de discussão pela Internet e encontros presenciais.

Coleta de Lixo com equipe PNLP, Brigada de Incêndio juntamente com a Cavalgada Eco Açoriana

No dia 08 de fevereiro, equipes do PNLP juntamente com Brigada de Incêndio, em parceria com a Cavalgada Eco Açoriana, realizaram uma coleta coletiva do lixo na orla marítima do parque e balneários de entorno.
Nesta ocasião, as equipes do parque recolheram cerca de uma caçamba de lixo em um trecho de aproximadamente 5km dentro da área do parque e os levou até a Praia do Farol onde se encontrou com o grupo da 3° Cavalgada Eco Açoriana, que seguiu em direção a Praia da Solidão onde encerraria a atividade.


 

Esta atividade de reclhimento de lixo na orla marítima dentro da área da unidade, vem sendo realizada semanalmente por equipes do parque e Brigada de Incêndio. A quantidade e a diversidade do lixo coletado é preocupante, onde grande parte vem de alto mar, encontrando-se lixo de outros países.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Metade das áreas úmidas do planeta foram perdidas no século XX

Confira a notícia abaixo, demonstrando a importância de áreas protegidas com o o Parna Lagoa do Peixe:

Estudo da iniciativa Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade aponta que pântanos, mangues e outros ecossistemas que formam as chamadas áreas úmidas estão desaparecendo devido aos impactos da agricultura, urbanização e poluição.
A reportagem é de Fabiano Ávila e publicada pelo Instituto CarbonoBrasil, 04-02-2013. 

As áreas úmidas, lar de uma rica biodiversidade e que são essenciais para a humanidade por fornecerem todo o tipo de serviço ecossistêmico, incluindo a manutenção dos recursos hídricos, estão em um estado crítico por causa dos impactos das nossas atividades. 
Quem informa é o novo relatório da iniciativaEconomia dos Ecossistemas e Biodiversidade(TEEB), publicado no último sábado (2), dia internacional das áreas úmidas. O TEEB é uma iniciativa elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em 2007 para desenvolver uma análise global sobre o impacto econômico gerado pelas perdas da biodiversidade. 
Segundo o documento, durante o século passado cerca de 50% de todos os ecossistemas que formam as áreas úmidas, incluindo pântanos, manguezais, charcos e turfeiras, foram destruídos pela expansão da ocupação humana, seja por motivos agrícolas, industriais ou de moradia. 
“São as pessoas mais pobres que sofrem quando a biodiversidade é perdida, porque sua sobrevivência depende da riqueza da natureza. Quando destruímos as áreas úmidas, acabamos com o ciclo da água e com o fornecimento deste recurso para residências e fazendas, aumentando ainda mais o sofrimentos dos pobres”, afirmouPavan Sukhdev, embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e atual presidente da diretoria do TEEB
Para piorar, ainda estamos destruindo as áreas úmidas em uma taxa alarmante. Citando dados da Convenção Ramsar - primeiro tratado intergovernamental a fornecer uma base estrutural para a cooperação internacional no sentido da conservação das zonas úmidas -, o relatório afirma que dos 127 países participantes da convenção, apenas 19% apresentam melhoras nas condições da conservação desses ecossistemas.
“Todos no planeta dependem de água para sobreviver e para seus negócios. As áreas úmidas são as infraestruturas naturais que gerenciam e providenciam a nossa água. Este relatório confirma o quanto elas são valiosas e como, mesmo sabendo disso, continuamos a destruí-las para nosso próprio prejuízo”, declarou Nick Davidson, secretário-geral da Convenção Ramsar. 
TEEB afirma que os custos de não proteger as áreas úmidas seriam astronômicos. 
Por exemplo, somente nos Estados Unidos, esses ecossistemas fornecem o equivalente a US$ 23,2 bilhões anuais em serviços de proteção a tempestades. A perda de um hectare de área úmida significaria um aumento de US$ 33 mil em prejuízos com fortes chuvas.
Outro exemplo citado foram os prejuízos causados pela inundação no Reino Unido em 2007, que chegaram a US$ 5,2 bilhões. A maior parte dessas perdas aconteceram em regiões que costumavam ser cobertas por áreas úmidas que foram convertidas em zonas urbanas.

Boas Iniciativas
Mas o relatório não fala apenas em perdas, são apresentados também casos bem sucedidos de medidas que recuperaram áreas degradadas.
No Senegal, 45 mil hectares de manguezais foram destruídos nos estuários de Casamance e Sine Saloum entre 1970 e 2008 devido à expansão das atividades agrícolas e do uso de madeira na construção civil. Essa perda resultou na queda dos estoques de pescado e no aumento da salinidade da já escassa água potável. Diante disso, a ONG Oceanium deu início a uma estratégia de recuperação da região e começou a replantar os mangues.
Em 2008 foram replantados 163 hectares, que serviram para atrair a atenção de apoiadores, como a Danone. Em 2009 já foram 1700 hectares, e em 2010 e 2011 mais 4900 hectares. O projeto atualmente está registrado no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) das Nações Unidas e gera créditos de carbono.
Nos Estados Unidos, a região conhecida como Napa Valley, na Califórnia, costumava sofrer com enchentes frequentes, sendo que apenas uma em 1986 resultou em US$ 100 milhões em prejuízos. Por isso, no ano de 2000 foi dado início a um projeto de US$ 400 milhões para expandir a vegetação ao longo do rio Napa em substituição aos muros que existiam no local. Mais de 700 acres de zona urbana foram convertidos em pântanos, que além de ajudarem a reter a água do rio viraram uma atração turística. 
“A degradação e perda das áreas úmidas é devida em grande parte à limitada percepção de quanto são valiosas e a políticas ineficientes. Está claro que já sofremos prejuízos socioeconômicos suficientes por causa dessa postura. A boa notícia é que esse relatório mostra de forma convincente o valor de proteger e restaurar esses ecossistemas”, concluiu Braulio Dias, secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD).
Fonte:http://www.ihu.unisinos.br/noticias/517421-metade-das-areas-umidas-do-planeta-foram-perdidas-no-seculo-xx

O documento citado, e outras informações a respeito, podem ser acessados neste endereço(em inglês): http://www.teebweb.org/launch-of-teeb-water-and-wetlands-report/

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pesquisa e acompanhamento da pesca do camarão-rosa Farfantepenaeus paulensis é realizada na lagoa do Peixe

Equipes do Parque Nacional da Lagoa do Peixe juntamente com o apoio dos pescadores autorizados da UC, realizaram nos dias 17 e 18 de janeiro de 2013 duas pesquisas. As pesquisas foram realizadas nos setores denominados lagamares do Costa e da Chica e tem por objetivo acompanhar o desenvolvimento do camarão na lagoa.

Fiscalização pesca furtiva no PNLP

Nas noites dos dias 23 e 24 do mês de janeiro,  equipes do PNLP realizaram atividade de fiscalização de pesca furtiva dentro do parque.
Foram apreendidos durante os dois dias de operação, aproximadamente 4 kg de peixe, 12 kg de camarão, 1 tarrafa 50mm, 1 caixa termica e R$10.000,00 em multa. O pescado apreendido foi doado no Lar do Idoso no Município de Mostardas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Reportagem Jornal Nacional - Lixo na lagoa do peixe

No dia 22 de janeiro foi ao ar uma matéria sobre o lixo encontrado na beira da praia na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe.

 Para assistir ao vídeo Clique aqui

 Os animais encontrados na orla marítima, principalmente as tartarugas marinhas, chegam a costa quando estão moribundos ou quando são trazidos, já mortos, pelas correntes marítimas, como a Corrente do Brasil e a Corrente das Malvinas. Estudos com carcaças de tartarugas mostraram que aproximadamente noventa por cento destes animais morrem devido a problemas com a ingestão de plásticos que comprometem o sistema digestivo levando à morte;
O lixo sólido que é rejeitado nos mares e/ou rios que por ação das correntes acabam sendo depositados em praias desertas, a maioria situadas em unidades de conservação, como no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, essas correntes são responsáveis pela grande maioria deste lixo encontrado na área do parque.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Presidente da Fundação SOS Mata Atlantica visitam o PNLP

Nos dias 10 a 12 de Janeiro o Parque Nacional da Lagoa do Peixe (PNLP) recebeu a visita da Fundação SOS Mata Atlântica. Integraram a equipe da SOS o Sr.  Roberto Klabin (Presidente da SOS), Sr. Pedro Passos (Vice-Presidente ) e a Sra. Marcia Hirota (Diretora de Gestão do Conhecimento). Os visitantes foram recepcionados pela equipe do PNLP que acompanhou a visita à Unidade de Conservação (UC). No passeio foram percorridos diversos ambientes que constituem o PNLP oportunizando uma visão ampla sobre a biota protegida pela UC: seus desafios e ações em curso. Após a visita realizou-se reunião entre os membros da SOS e a chefia do parque sobre as oportunidades de ação compartilhada e uma agenda de trabalho para as próximas etapas foi estabelecida.